Notícia publicada terça-feira, 27 de outubro de 2015

RtM: Qual a sensação de ter o primeiro full-lenght lançado e como vocês estão sentindo a receptividade nessas primeiras semanas pós lançamento?
Melissa: Estamos muito felizes pelo resultado do nosso trabalho, por chegar até aqui. O Lançamento do primeiro álbum é o que realmente apresenta a banda para o mercado como um todo, público, mídia, etc. Por isso, a sensação que temos sempre é de que, apesar da banda estar na ativa desde 2009 e já ter um trabalho de estúdio anterior que foi a EP “Find The Way”, sentimos que agora é o início de uma longa jornada de trabalho duro para um progresso contínuo. Firmamos um compromisso ainda maior com a própria banda, com público e tudo mais que se relaciona a isso. Este álbum é o primeiro input para o desenvolvimento de uma possível carreira, para a construção de um futuro. Estamos cientes de que é só o início.

RtM: A banda trabalhou bastante no álbum, pelo que pudemos acompanhar, amadurecendo, tanto as composições, como vocês próprios como músicos. Gostaria que vocês fizessem um balanço desse período de produção, composição e que culminou no lançamento propriamente dito.
Melissa: Na verdade, primeiro nós fizemos as composições e somente após veio a decisão definitiva de gravar o álbum. As composições já estavam todas prontas, e elas não sofreram alteração no processo de gravação. Mas sim, ao ver as músicas tomando forma sentimos a necessidade de aprimorar questões como execução, por exemplo, mesmo porque a percepção que tínhamos das nossas músicas dentro de um estúdio de ensaio onde se tem um determinado ambiente, se transformou muito quando nos deparamos com uma estrutura totalmente diferente daquela em estúdio de gravação e que nos proporcionou outra visão das nossas músicas.

RtM: Legal, bem interessante! E complementando sobre a produção, escolhas de timbres, etc?
Melissa: E também questões de produção foram desenvolvidas, como escolher os timbres, que recursos utilizar para extrair o melhor som possível, a exemplo da utilização de softwares para simular os instrumentos de uma orquestra que foi a decisão que tomei com os teclados. Foi um grande aprendizado, uma experiência totalmente diferente. Foi preciso um grande amadurecimento para conduzir toda a situação, inclusive do próprio lançamento. Não podíamos oferecer qualquer trabalho e nem mesmo apresenta-lo de qualquer forma. Houve um esforço conjunto para que tudo fosse o mais profissional possível.

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