Notícia publicada sexta-feira, 27 de março de 2015

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I.D.R: Felipe, você possui um timbre de voz bastante eclético e peculiar. Qual o segredo?

Felipe Borges: A minha escola base vem dos estilos Black Metal (O qual eu sou fã!) e do Death Metal. Eu comecei a cantar em bandas de extremo com 17 anos, e desde então eu vinha escutando diversos artistas de Death e Black Metal, e percebia diferentes “pegadas” na voz e timbres, e com isso percebi que dominar os vocais extremos cantando puxando o ar para dentro (Inalando) e cantando para fora (exalando) davam muita diferença, e com isso fui percebendo como melhor aplicá-los, e fui dominando. Um vocalista que me chamou muita atenção foi o Dani Filth, e seus agudos extremos, e com isso fui treinando muito para desenvolver esta técnica entre outras como o “pig screw” típico do splatter, guturais mais abertos típicos do Death Metal tradicional, urrados típicos da era Celtic Frost etc…. Uma coisa que acredito também, é que é muito importante, mesmo com os vocais guturais, urrados e rasgados, cantar nos tons da música (claro que nunca vai bater 100%, mas dá para fazer próximo) ajuda muita a harmonizar e definir diferentes estilos com esses tipos de voz, apesar de que eu uso também o Drive, o vocal “gritado” típico do Thrash Metal a lá Slayer, a Voz de peito (em tons baixos), e um pouco de lírico, para dar mais ambiência nas músicas. Mas minha base mesmo são os vocais extremos. Isso é o que gosto de fazer.

Leia a entrevista completa:

http://www.imprensadorock.com.br/entrevista-bate-papo-com-felipe-borges-vocalista-do-tellus-terror/

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