Notícia publicada sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

NADA POP – O SISTEMA SANGRIA costuma ter um som poderoso no palco, e que causa um grande impacto no público. Existe alguma preocupação especial com os equipamentos nas apresentações ao vivo? E no estúdio, na hora de gravar? Quais são as preferências dos integrantes da banda?

NADER – Na verdade a gente acaba usando o equipamento que está disponível no evento. Em alguns casos levamos nosso backline como amplificador de baixo e guitarra, alguns pedestais a mais… Nada muito magnifico, mesmo porque não temos (risos). No estúdio sim, usamos equipamentos melhores. Pro próximo disco usaremos Ampeg no baixo, Laney ou Peavey na guitarra, bateria Mapex e microfones Shure para voz. Acredito que essas são as preferências dos caras também.
sistema_sangria_tour

NADA POP – Eu soube que a banda já vem trabalhando em novas músicas que devem fazer parte de um próximo álbum. Como é o mecanismo de composição de vocês? As músicas e as letras já nascem juntas ou são processos independentes um do outro?

NADER – Geralmente chegamos com as músicas prontas. No meu caso, quando componho uma música, já faço também a letra. Mas às vezes temos a música sem letra, então todos opinam e dão ideias pra que a letra fique com a cara da banda.

NADA POP – Nesse último trabalho, os alvos da banda foram a podre política brasileira, o capitalismo desumano e as mazelas sociais como o vício e a violência. As letras do próximo trabalho seguem por essa mesma linha ou ainda é cedo para dizer?

NADER – Sim, seguimos a mesma fórmula. As letras do Sistema sempre serão em tom de protesto e críticas, e nesse disco não será diferente. Abordaremos temas como guerra, corrupção, analfabetismo, ditaduras e tudo que faz desse mundo um caos.

Leia toda a entrevista pelo link:
http://nadapop.com.br/sistema-sangria-e-a-porrada-que-nao-cabe-so-no-brasil/

Contato: sistemasangria@hotmail.com

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