Notícia publicada terça-feira, 28 de maio de 2013

“The Human Negligence Is Repugnant” pode ser considerado o ponto mais alto da carreira do Distraught? Conte-nos como foi a concepção desse álbum.
ANDRÉ MEYER: Sim, temos nos dedicado muito a cada disco e o resultado tem sido muito positivo.
RICARDO SILVEIRA: Somos suspeitos (risos).  Quando estávamos na fase de composição deste álbum a gente fazia essa pergunta para nós mesmos e mesmo se empenhando para ser o melhor álbum ficava aquela pequena dúvida.  Logo após as primeiras resenhas e a aceitação dos fãs tanto dos mais antigos até dos mais novos tivemos a certeza de que é o ponto mais alto até agora. Sobre a concepção nesse álbum foi bem diferente dos anteriores, esse foi bem mais tranquilo e rápido. Eu e o Marcos sempre estávamos registrando ideias (riffs) para futuramente começar a trabalhar e transformar riffs em músicas. Quando estávamos na Argentina no final de 2010 eu já tinha alguns riffs, que ia gravando em casa, com uns ‘grooves’ de bateria.  Lembro que na época eram riffs que depois se tornaram as músicas Borderline, Psycho Terror Class e Justice Done by Bertayers. Mostrei para o resto da banda e decidimos que 2011 seria para trabalharmos em um álbum novo. Toda a pré-produção foi feita em minha casa e íamos para o estúdio já com a estrutura das músicas mais concretas e assim fomos lapidando os arranjos conforme todos sentiam o que deveria melhorar.
Qual a principal diferença de “The Human Negligence Is Repugnant” e o álbum anterior “Unnatural Display of Art”?
ANDRÉ: Acho que um é seguimento do outro, mas costumamos analisar o que não funciona e então adicionar elementos que possam melhorar nossas músicas, como por exemplo, refrãos mais marcantes, isso é um fator importante pra Distraught e que vem somando muito a cada álbum.
O novo álbum parece ser o mais agressivo da carreira do Distraught. Tanto a parte lírica quanto as músicas transparecem esse sentimento. Você concorda com isso?
ANDRÉ: Sim, minha indignação vem aumentando tanto com as coisas que não mudam nunca, para que as pessoas possam viver melhor. Isso faz com que sejam inevitáveis minhas letras não soarem agressivas. A parte musical em si entra no clima, então temos um resultado bem nervoso.
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