Notícia publicada sexta-feira, 15 de junho de 2012

“O festival não poderia ter iniciado melhor a Maua subiu ao palco com cara de quem iam fazer só mais um show. Fiquei com essa impressão até o termino da música “Resist”. Quando iniciara a “Bich” e “Problablythe end” parece que os bangers que estavam no pé do palco perceberam que os caras não estavam ali pra brincar, e foi ai que as rodas punks começaram quase que ininterruptas. Os guitarristas André Cabral e Mahavir Feitosa, formam uma dupla e tanto, riffs pesadíssimos e bases seguras fazem o trabalho de guitarra da banda ser umas das melhores coisas que já escutei no estilo, o baixista Carlos Henrique apesar de mais parado e um pouco escondido, se mostrou muito seguro nos graves, acrescentando bastante a qualidade e a cadência. E o que falar de Diego Gonçalves o baterista é de uma calma, tranquilidade e versatilidade que nem parece que toca numa banda que faz um som tão pesado e não é diferente dos demais membros o cara tem uma veia muito técnica. O gigante Erico Groman além de grande e dono de uma presença aterradora canta muito e seus guturais rasgados chega a dar medo, tudo isso faz dele o frontman perfeito para a banda. O setlist sucedeu-se com as músicas: “Liar”, The Awake in theBegnning”, Instrumental, Volatile, Nothins Like the same e pra finalizar Relief.

A galera assimilou aquele conjunto perfeito entre o peso e a técnica e fizeram acontecer acompanhando a banda o tempo inteiro, como se não bastasse, se não me falha a memoria na música “Instrumental”, Erico e Mahavir desceram do palco juntaram-se a galera e bateram cabeça por um bom tempo, fazendo daquele momento o ápice da tocada. E, diga-se de passagem, que vi uns dos melhores shows de bandas underground que eu já tenha ido. A banda faz um Death Metal muito técnico. Na verdade o som da Maua é uma mescla entre as vertentes mais pesadas do Metal, então quem pôde analisar o som percebeu que tem muitos elementos e isso é que faz o grande diferencial da banda, eles conseguiram conjugar o som de uma forma que não soasse como muitas mesmices que costumamos ouvir pelo cenário a fora.”

Resenha retirada do site Trincheira!, confira a matéria completa no link:
http://trincheirarockmetal.com.br/2012/06/09/resenha-iv-red-earth/

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Sites Relacionados:
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* FOTO: Trincheira!